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Áreas
de Atuação do ICEPAR
O ICEPAR não tem uma área definida de atuação. Pretende que seja implantado em todo o Brasil, por simpatizantes e pessoas com o dom de ensino, interessadas em discipular e formar novos líderes e ministérios.
Praticamente não há custo 1 para uma pessoa que pretenda implantar o ICEPAR em outras cidades e áreas carentes pelo Brasil. Existem apenas exigências, das quais não abrimos mão:
1. Usar o material do ICEPAR integralmente.
2. Não vender o material para arrecadar lucros. Deve-se cobrar um valor mínimo para manter a instituição em funcionamento e no máximo um valor para angariar algum recurso extra para novos investimentos. Não criamos o ICEPAR para ganhar dinheiro, ter lucro, e sim, para que as pessoas não incluídas social ou digitalmente possam fazer parte da cidadania.
3. Manter os nomes do(s) autor(es) e da Bibliografia. É o mínimo que pedimos quanto aos direitos autorais: dupliquem, divulguem, mas mostrem de onde veio e quem criou/compilou.
4. Não mudar os nomes dos livros, do Instituto ou dos Ministérios.
1
Existe
o pagamento do material inicial: R$ 350,00 pelo CD contendo os livros
juntamente com provas, respostas, mapas, figuras e demais materiais didáticos
e de procedimento, taxa esta que nos ajuda a pagar os próprios CDs e as
horas gastas nestas gravações. A multiplicação deste material fica por
conta da própria franquia.
O ICEPAR preferencialmente deve ser implantado em regiões e centros mais carentes, pois entendemos que as grandes cidades já têm uma série de cursos, faculdades, SENACs, SESIs e institutos que já dão o devido amparo e conhecimento profissionalizante além de teológico-doutrinário para líderes e obreiros evangélicos e cristãos.
Iniciamos em Curitiba, no Paraná, mais pretendemos que o centro administrativo do ICEPAR, além da primeira implantação completa de todos os projetos e centros, seja nos municípios
do litoral do Paraná e Santa Catarina. Poderia ser implantado no Vale do
Alto Ribeira pelos motivos abaixo, mas não pudemos.
Motivo: A população do Alto Ribeira, em especial das cidades de Adrianópolis, Cerro Azul, Doutor Ulisses, Itaperuçu e Tunas do Paraná, vive na sua maioria da agricultura de subsistência. A região dos 5 municípios apresenta o
2o pior IDH-M 2 do Estado do Paraná, perdendo somente para a Região Sul do Norte Pioneiro: Ortigueira, Reserva, Imbaú, Rosário do Ivaí, Ventania, Cândido de Abreu, Rio Branco do Ivaí, São Jerônimo da Serra, Curiúva, Cruzmaltina, Tamarana (região logo abaixo de Londrina).
2
IDH-M é o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal: um coeficiente que
mede a qualidade de vida da população dos municípios, sendo a média de
coeficientes da Educação no Município (Alfabetização e Freqüência
Escolar), da Longevidade e da Renda per capita da população.
1. Região do Paraná com o Pior IDH-M - Sul do Norte Pioneiro
|
Municípios
|
Posição
|
IDH-M
Médio
|
|
Ortigueira
|
1
|
0,62
|
|
Reserva
|
4
|
0,646
|
|
Imbaú
|
5
|
0,646
|
|
Rosário
do Ivaí
|
9
|
0,664
|
|
Ventania
|
10
|
0,665
|
|
Cândido
de Abreu
|
11
|
0,666
|
|
Rio
Branco do Ivaí
|
14
|
0,67
|
|
São
Jerônimo da Serra
|
16
|
0,674
|
|
Curiúva
|
18
|
0,675
|
|
Cruzmaltina
|
22
|
0,678
|
|
Tamarana
|
27
|
0,683
|
|
Média
da Região
|
|
0,662
|
2. Região do Paraná com o
2o Pior IDH-M - Alto Ribeira
|
Municípios
|
Posição
|
IDH-M
Médio
|
|
Doutor
Ulysses
|
2
|
0,627
|
|
Itaperuçu
|
19
|
0,675
|
|
Adrianópolis
|
26
|
0,683
|
|
Cerro
Azul
|
28
|
0,684
|
|
Tunas
do Paraná
|
30
|
0,686
|
|
Média
da Região
|
|
0,671
|
3. Região do Paraná com o
3o Pior IDH-M - Central do Estado
|
Município
|
Posição
|
IDH-M
Médio
|
|
Mato Rico
|
3
|
0,64
|
|
Laranjal
|
6
|
0,651
|
|
Santa Maria do
Oeste
|
8
|
0,662
|
|
Rio Bonito do Iguaçu
|
12
|
0,669
|
|
Palmital
|
13
|
0,67
|
|
Diamante do Sul
|
20
|
0,676
|
|
Altamira do Paraná
|
21
|
0,677
|
|
Goioxim
|
25
|
0,68
|
|
Cantagalo
|
31
|
0,686
|
|
Campo Bonito
|
33
|
0,687
|
|
Foz do Jordão
|
37
|
0,689
|
|
Nova Tebas
|
38
|
0,689
|
|
Marquinho
|
41
|
0,691
|
|
Média
da Região
|
|
0,674
|
O 3o pior IDH-M é da Região Central do Estado, entre os municípios de Pitanga e Laranjeiras do Sul, com os municípios de: Mato Rico, Laranjal, Santa Maria do Oeste, Rio Bonito do Iguaçu, Palmital, Diamante do Sul, Altamira do Paraná, Goioxim, Cantagalo, Campo Bonito, Foz do Jordão, Nova Tebas, Marquinho.
Com a crise mundial, a escassez de alimentos, bens de consumo, e com a conseqüente alta nos preços dos produtos industrializados e semi-industrializados, o povo da região do Alto Ribeira tem sofrido muito, a ponto de haver o êxodo, não para a sede do município, mas para cidades maiores em busca de sub-empregos de sobrevivência. Quem não pode sair, vive em condições de penúria.
Apesar do crescimento populacional estar ao redor de 2 %, o êxodo do município está bem próximo disto, o que é presenciado quando damos uma volta nas cidades, quando se vê inúmeras casas e estabelecimentos comerciais vazios.
Os que têm ficado, têm passado por inúmeras dificuldades para manter suas famílias, seus negócios, suas propriedades. Se não o ajudarmos com informações, encaminhamentos e até ajuda em infra-estrutura, financeira, vestuário e alimentar, muitos sucumbirão, ou poderão fazer parte das estatísticas de favelas e até da violência das grandes cidades.
O único município que tem um incremento maior da população é o de Itaperuçu. pela sua proximidade com a cidade de Curitiba. Mas ali os problemas de falta de opções de emprego e lazer são sentidos pelo alto índice de violência no próprio município.
Veja
Mais detalhes desta área do Vale do Ribeira em edições do Jornal
Folha do Vale criadas por nós.
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