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ICEPAR - Instituto Cristão de Ensino e Pesquisas Avançadas da Religião
 

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Projetos do ICEPAR

 

Resumo dos Projetos do ICEPAR

1. DIP - Discipulado Integral Profissionalizante

Cursos Profissionalizantes ministrados juntamente com o curso FLMC, que gerará os empregos na comunidade.

2. AGE - Abundante Graça do Evangelho

Um projeto de Ação Social que contempla muito mais do que providenciar comida ao necessitado e agasalho ao que tem frio.

3. SIC - Salas de Informação Cristã

Cursos e palestras sobre assuntos diversos para: esposas de pastores, pastores, obreiros, empresários, comerciantes, diáconos, presbíteros, líderes, professores...

4. RENIC - Rede Nacional de Informações Cristãs e Especiais

Uma Rede de Informações e Equipamentos para Inclusão Digital e Social das comunidades carentes.

5. Projetos Especiais

Usinas de Reciclagem de Lixo, Ecoturismo, Agricultura Orgânica...

Passos e Ações Necessárias

Um Resumo das ações a serem executadas para que os projetos do ICEPAR iniciem com sucesso na região do Alto Ribeira, mais precisamente em Cerro Azul, ou ainda na região do litoral de Santa Catarina e Paraná.



 

Descrição dos Projetos do ICEPAR
1. DIP - Discipulado Integral Profissionalizante
         
Cursos Profissionalizantes (CPI) ministrados juntamente com o curso FLMC, que gerará os empregos na comunidade.

1.1. FLMC - Curso Formação de Liderança e Ministério Cristão

Forma e Tipo de Ministração

- À Distância: pela Internet ou pelo correio
- Por Franquia: o franqueado recebe todo o material, as dicas e procedimentos de como criar o curso.
- Local: Um curso físico na comunidade atendida pelo ICEPAR.

Requisitos dos Alunos

- Estar participando de sua igreja e comunidade religiosa cristã (evangélica tradicional, ou evangélica pentecostal ou ainda católica carismática) pelo menos nos últimos 4 meses - isto porque há necessidade do aluno passar a ensinar sua comunidade posteriormente (multiplicação).
- Se pertencer à igreja evangélica ou à igreja católica carismática, deve apresentar carta de autorização do seu pastor ou padre respectivamente.
- Se não pertencer a nenhuma denominação, deve ser líder comunitário ou semelhante, e apresentar carta de próprio punho que não saiu de forma rebelde ou excluído de nenhuma igreja ou denominação.
- Ter a idade mínima de 16 anos ou mais (exceções para esta regra pode haver, dependendo do nível de conhecimento do aluno e da sua idade mental - mensurada através de avaliação).
- Ter a escolaridade mínima equivalente à 8a série do 1o Grau.

Etapas do Curso

1a Etapa - Base Teológica

          Na primeira etapa o estudante terá uma base teológica. Estudará matérias e assuntos que sejam necessários para seu fundamento teológico, com ênfase no Curso para novos convertidos (As Boas Novas para os Iniciados na Fé) e na correta utilização e conhecimento da Bíblia. 

          Também será ministrado como e quando orar, a busca do Espírito Santo, Fruto e Dons e uma adequada iniciação às Seitas e Religiões, uma vez que o cristão, no início de sua conversão, está muito propenso a ouvir doutrinas, inclusive de outras seitas e religiões, sejam elas quais forem, boas ou más. Nesta etapa o estudante conhecerá os seus dons e ministérios.

          Clique aqui e veja o quadro de Matérias, Livros, Capítulos e horas para cada livro desta 1a etapa do Curso de Formação de Liderança e Ministério Cristão.

 

2a Etapa - Aprofundamento Teológico
          Na segunda etapa o estudante passará por um aprofundamento teológico e um despertar ministerial. Aí sim é o momento de se aprofundar nas doutrinas (não somente uma visão geral como a ministrada na primeira etapa).

          Os assuntos bíblicos agora possuem uma profundidade maior, com a finalidade de municiar o estudante com informações para fazer a defesa da fé Cristã (Apologia da fé). 

 

3a Etapa - Ministérios

Ministérios Contemplados na 3a Etapa: Nome do Ministério ==> Categoria do Formando
Pastoral ==> Obreiro, Pastor, Diácono, Pregador, Líder
Ensino ==> Professor, Discipulador, Superintendente EBD, Instrutor, Diretor de Ensino
Música/Louvor ==> Músico, Dirigente de Louvor, Instrumentista
Administração / Organização ==> Administrador Eclesiástico, Obreiro Administrativo, Secretário(a) 
Missionário / Evangelismo ==> Missionário, Evangelista
Teatro e Criatividade Artística ==> Ator (Atriz), Teatrólogo, Diretor


          A última etapa é marcada com o engajamento em algum ministério. Até à segunda etapa, o estudante inclinou-se e começou a conhecer determinado ministério. Na terceira etapa ele irá preparar-se no ministério de sua preferência ou chamado.
          Haverá um momento em que o estudante fará estágios. Os estágios farão parte do treinamento prático. Se um estudante está especializando-se no ministério de ensino, poderá dar aulas na escola bíblica da congregação, de outra igreja, ou da própria igreja.
          O mesmo se aplica para os engajados no ministério pastoral, que pregarão.
          Os administradores poderão ajudar os secretários e tesoureiros.
          Os missionários poderão sair pelas ruas e igrejas evangelizando, e levantando estatísticas.
          Os teatrólogos poderão fazer apresentações nas igrejas, nas praças...

 

Outros Livros para Especialização dos Alunos do Curso FLMC
          Após a terceira etapa, o estudante, agora obreiro, poderá estar dentro de um ministério na igreja, atuante ou não, mas que pode querer aprofundamento de suas habilidades ou de seu conhecimento.

          Periodicamente estarão sendo lançados livros sobre vários assuntos da fé cristã. À medida que determinados assuntos sejam necessários para a igreja, estes livros serão lançados com os números seqüenciais 31, 32, 33...

          Estes novos estudos denominam especializações. Deste modo estaremos sempre em contato com os obreiros e pastores (e vice-versa) criando pequenos cursos e material de alto nível, reciclando o pessoal de trabalho da igreja.

 

          Clique aqui e visualize os outros livros para especialização.

 

1.2. CPI - Cursos Profissionalizantes e de Informática
Cursos de Informática:
- Digitação e Operação
- Windows 98 e 2000
- Office 2000
- Banco de Dados e Access
- Lógica de Programação
- Internet e Multimídia
- Diagramação
- Manutenção e configuração de hardware e software
- Suporte Telefônico e Manutenção Mensal (Help-Desk)


Cursos Profissionalizantes:
- Agricultura
- Alfabetização
- Auxiliar Administrativo
- Auxiliar de Administração Pública
- Auxiliar de Biblioteca
- Auxiliar de Crédito e Cobrança
- Auxiliar Financeiro
- Cabeleireiro
- Corte e Costura, Tricô, Bordado e Crochê
- Cozinheiro(a)
- Desenho Técnico
- Desenho Artístico
- EcoTurismo
- Eletricista
- Eletrônica, Rádio e Televisão
- Ética no Trabalho
- Fotografia
- Gerência de Reciclagem de Lixo
- Línguas
- Marcenaria
- Marketing e Vendas
- Mestre de Obras e Edificação
- Artes Gráficas
- Mecânica
- Música
- Pecuária
- Pintura
- Português
- Operador de Rádio
- Serigrafia e SilkScreen
- Soldagem
- Técnicas de Ensino

Outros Cursos
- Treinamento Vivencial: Sobrevivência em acampamento na selva, escalada, remo, desenvolvendo o espírito de equipe em profissionais e na equipe de discipulado.


2. AGE - Abundante Graça do Evangelho
         
AGE é um ministério e projeto de Serviço Social, que ajudará a inaugurar e/ou orientar os centros de assistência às comunidades carentes através das igrejas locais, suprindo também, onde seja possível, as suas necessidades físicas e espirituais. O AGE consolida todas as outras atividades e projetos do ICEPAR.

          A AGE pode ser um projeto implantado em qualquer lugar do Brasil, como já vimos. Todavia, pretendemos que o primeiro Centro de Assistência seja localizado no litoral do Paraná ou de Santa Catarina.

2.1. Objetivos Gerais

1. Estabelecer Centros de Assistência de ajuda ao pobre e necessitado espiritual, com o propósito de suprir as necessidades físicas e espirituais necessárias para um viver abundante com Cristo, em cooperação com as igrejas locais, empresas, associações, cooperativas e agências.
2. Crescimento Espiritual.
3. Treinamento de Líderes.
4. Cursos Profissionalizantes nas áreas técnicas e científicas.
5. Capacitar pessoas para o trabalho secular.
6. Assistência social para crianças, adultos, velhos, portadores de deficiência, grupos minoritários.
7. Assistência médica e psicológica ou encaminhamento para esta assistência.
8. Cursos para melhorar relacionamentos familiares.
9. Proporcionar sala de aula, biblioteca, cozinha, locais para alojamento de carentes momentâneos (pessoas em viagem, com tragédia familiar, perderam tudo por catástrofes...)
10. Lugar para prática de esportes.
11. Computadores ligados à Internet.

 

2.2. Objetivos Específicos
1. Alvos para as necessidades humanas e sociais

1. Treinamento de líderes, obreiros, leigos, voluntários e missionários para o trabalho nas favelas.
2. Prover recreio e oportunidade aos pastores, líderes, advogados, médicos etc., envolvidos no trabalho das comunidades carentes, e na promoção do projeto AGE.
3. Com ajuda das igrejas locais, desenvolver e ativar os Centros de Assistência o mais breve possível.
4. Produzir produtos e colheitas que motivarão o envolvimento das igrejas locais, e ao mesmo tempo promoverão o ministério para a comunidade,
5. Providenciar auxílio para as pessoas que perderam as suas casas nas áreas abrangidas pela AGE. Por exemplo: Se um incêndio ou desabamento acabar com uma casa ou casas de pessoas carentes, a AGE poderá ajudar com alimentação, cobertas, leite, água potável e até alojamento temporário.
6. Auxiliar no transporte de donativos conforme necessidade, tendo um centro de recepção e distribuição de donativos e materiais.
7. Garantir o envolvimento de empresas seculares, das empresas e pessoas ligadas à área de Assistência Social, nos esforços da AGE.
8. Treinar três membros de cada igreja local e que sejam voluntários para os Centros de Assistência. Isto permitirá que as igrejas locais se promovam no trabalho com as favelas e comecem a criar entusiasmo dentro das mesmas além de empatia com o povo local.
9. Melhorar as condições de vida nas comunidades carentes, conforme seja permitido.
10. Reunir os trabalhadores do Centro de Assistência das favelas para o recreio e entretenimento. Eles precisam também se distrair do trabalho, ou desenvolverão uma visão limitada, em vez de uma Visão de Deus.
11. Providenciar treinamento vocacional avançado nas áreas de marcenaria, soldagem, eletricidade, mecânica e outros cursos que poderão suprir as necessidades para conseguir um emprego. Esses negócios também serão usados pela AGE para ajudá-los no recrutamento de seu pessoal de trabalho e na manutenção dos veículos e equipamentos em geral, incluindo agricultura.

 

2. Suprindo as Necessidades Espirituais

1. Concentrar todos os esforços para promover os ensinos da Bíblia através do ministério aos necessitados.
2. Proporcionar um ambiente apropriado para o crescimento espiritual nas comunidades carentes.
3. Recrutar missionários, leigos e voluntários preparados para ajudar aos pobres e necessitados.
4. Estimular a motivação das igrejas e denominações religiosas no ministério da AGE através de treinamentos e seminários baseados na Bíblia, mas respeitando e obedecendo as diferenças denominacionais, e principalmente não descaracterizando cada denominação. 
5. Reunir informações constantemente para aperfeiçoar os métodos de alcance do ministério nas comunidades.
6. Trocar idéias com todos os órgãos governamentais e não governamentais envolvidos para estender o propósito da AGE.
7. Assegurar uma visão extremamente abrangente e desafiar os pastores a se envolverem, ajudando-os a estabelecer seus próprios centros de assistência de acordo com os interesses encontrados.

 

2.3. Departamentos dentro do ICEPAR para o AGE

Sigla

Departamentos

Descrição Resumida das Atividades

1. CIA

Centro de Informação e Assistência

1. Levantamento de Dados

2. Diagnóstico

3. Execução

4. Informática e Banco de Dados

5. Encaminhamento

2. CEP

Centro de Estudo e Pesquisas

1. Criação de Projetos e Programas

2. Biblioteca

3. Treinamento e Capacitação

4. Campos Experimentais

5. Criação de Materiais

3. CAD

Centro de Alimentação e Distribuição

1. Depósito para donativos

2. Sopão

3. Bíblias e Livros

4. Material Escolar

5. Cestas Básicas

4. CRE

Centro de Recreio e Esportes

1. Materiais esportivos

2. Churrasqueiras

3. Brinquedolândia - Brincadeiras

4. Lá Vem a História

5. Distribuição de Brinquedos

6. Jogos e Gincanas

5. CAO

Centro de Agricultura Orgânica

1. Horta Comunitária

2. Montagem de Cestas de Verduras e Frutas

3. Cursos Agropecuários Específicos

4. Ervas Medicinais

5. Plantas Aromáticas e Essências

 

1. CIA - Centro de Informação e Assistência

1. Criação de Central de Processamento de Dados CPD: com Internet, para uso dos funcionários, cursos...
2. Levantamento de Dados Municipais e da(s) comunidade(s).
3. Análise e Diagnóstico destes dados transformando-os em informações.
4. Criação e aplicação de valores às informações gerando procedimentos e sistemas computacionais para atender a contínua atualização das informações e o seu uso por todos os centros do AGE.
5. Assistência e Assessoria dos demais centros para a execução e aplicação do diagnóstico.
6. Disponibilizar conhecimento e encaminhar os moradores e munícipes para os serviços e projetos governamentais, além dos próprios projetos do ICEPAR.

 

2. CEP - Centro de Estudo e Pesquisas

1. Criação de outros projetos e programas.
2. Biblioteca de livros, cds, dvds, vídeos, músicas, figuras, apostilas, recortes, mapas...
3. Treinamento e capacitação de líderes e da própria mão de obra do Instituto.
4. Campos experimentais de Agricultura e de todas as pesquisas necessárias.
5. Criação de materiais, livros e apostilas para todo o Instituto.
6. Reflexão em Grupo: Acumulação de informação, solução de problemas, melhoramento dos métodos de alcance às comunidades e planejamento para o futuro etc.
7. Centro de Informações - emprego, documentação legal, lista de igrejas e o que elas tem a oferecer, centros de informações para os centros de assistência aos viciados, centros de reabilitação de drogas, acompanhamentos e disponibilização de informações aos centros de assistência existentes no Município, na região, no Estado e no Brasil.
8. Unir forças de forma Municipal, Regional e até Estadual para eventos especiais.

 

3. CAD - Centro de Alimentação e Distribuição

1. Depósito para donativos que serão enviados para os centros de assistência.
2. Armazenagem de doações: roupas, cobertores, leite, água, móveis e equipamentos para os centros.
3. Depósito para produtos congelados e perecíveis.
4. Distribuição dos materiais (bíblias, livros, apostilas, material escolar...) e alimentos (cestas básicas, leite, frutas, verduras...).
5. Sopão: distribuição de pratos de comida para pessoas carentes.


4. CRE - Centro de Recreio e Esportes

1. Campo de futebol, material esportivo, vôlei, piscina, rio/lago para pescar, churrasqueira, basquetebol (quando possível, evidentemente).
2. Promover a unidade e a higiene mental. Proporcionar motivação e renovação para os obreiros que se encontram nas trincheiras, e para os manter concentrados na visão global.
3. Brinquedolândia - Brincadeiras, jogos e gincanas.
4. Lá Vem a História: Contar histórias para as crianças.


5. CAO - Centro de Agricultura Orgânica

1. Plantação de culturas alternativas para a população da região: coqueiro, arroz, laranjeiras, uva, mandioca, tangerina, caqui, maracujá, feijão vagem, cana, vagem, limão, cebola, bucha, hortas, alface, tomate, repolho, couve-flor, cebolinha, salsa.
2. O propósito é alimentar as massas e envolver as igrejas locais na colheita do produto que mais tarde virá a ser distribuído através dos Centros de Assistência nas suas respectivas comunidades. O equipamento será mantido pela oficina mecânica da AGE.
3. Os produtos também serão usados para fazer cestas básicas.
4. Estímulo à criação de hortas comunitárias nas casas e nas escolas.
5. Cursos Agropecuários Específicos.
6. Plantio de Ervas Medicinais, Plantas Aromáticas e Essências e passagem do conhecimento de uso, preparo e para que serve.


2.4. Estrutura Física
         
A AGE providenciará, no devido tempo:

1. Centro de treinamento para líderes das comunidades, leigos, missionários.
2. Centro de pesquisa e desenvolvimento, através de bibliotecas, campos experimentais, pesquisa e informações via Internet e de bancos governamentais...
3. Instalações práticas para alojamento dos pastores, líderes de favelas, leigos e missionários.
4. Centro de agricultura/colheita e processamento industrial agrícola.
5. Centro de distribuição.
6. Centro de recreio e lazer.
7. Local para múltiplas finalidades, tais como reuniões, atividades e banquetes.
8. Central de dados que possa prestar informações onde existem locais que possam ser utilizados pela comunidade para suas inúmeras necessidades.


          Os alojamentos vão ser usados também para a realização de reuniões de treinamentos e palestras de fim-de-semana ou em determinados períodos (férias).
· Cabana/Barraca – Ecoturismo vivencial (levar os treinandos a participar de 2 a 3 dias em acampamentos para entrosamento, melhoria na vivência e no convívio social e comunitário, além, é claro, do conhecimento das belezas naturais e da necessidade de preservá-las).
· Casas ou alojamentos – para pessoas que estão momentaneamente sem abrigo por qualquer motivo que seja, e também para palestrantes, professores e líderes que venham de outras regiões para ajudar as atividades do AGE.


3. SIC - Salas de Informação Cristã
          Cursos e palestras específicos ministrados sempre que o pessoal do ICEPAR for requisitado.

3.1. Assuntos
          Família, Contabilidade, INSS/FGTS, Procon-Defesa do Consumidor, Simples, Marketing, Planejamento, Informática, Prosperidade, Ecologia, Planos de Saúde, Seguros, Otimização na Utilização da Energia, Imposto de Renda, Culinária, Contabilidade Chinesa e Italiana, Advocacia e Leis...

3.2. Público Alvo
          Esposas de pastores, pastores, obreiros, empresários, comerciantes, diáconos, presbíteros, líderes, professores...

3.3. Modo de aula ou de apresentação
- Uma vez a cada 2 semanas ou uma vez por mês, no máximo 20 pessoas.
- O palestrante apresenta o assunto, depois abre espaço para perguntas.


4. RENIC - Rede Nacional de Informações Cristãs e Especiais
          Um grandioso projeto que envolve portais na Internet, ONGs, empresas, rádios comunitárias, jornais, informativos, igrejas e escolas da região.

4.1. Salas com computadores para acesso Internet e outras atividades
          O ICEPAR prevê o seguinte com relação às máquinas e computadores:

Central de Processamento de Dados - CPD
          Ambiente de pelo menos 60 metros quadrados no barracão principal do ICEPAR.

- 10 Computadores interligados, sendo 4 para funcionários, clientes, cursos e 1 computador exclusivo para Servidor, Banco de Dados e gerenciamento dos Projetos (este computador pode estar instalado na Biblioteca ou dentro do quarto da Rádio Comunitária).
- Todos os computadores ligados à Internet através de rede local e uma rede remota via ADSL
- Uma impressora Laser e uma impressora colorida com BulkInk
- Duas web câmeras
- Duas máquinas fotográficas digitais
- Um Scanner
- Uma máquina de filmar
- 10 outros computadores de menor porte (K6 ou Pentium III) para cursos de digitação, principalmente para crianças e carentes.
- Total 20 computadores, 2 impressoras, 4 câmeras, 1 máquina de filmar e 1 scanner.

Rádio Comunitária
          Ambiente separado do barracão principal do ICEPAR porque há necessidade de maior silêncio.

- 2 computadores, sendo 1 para tocar a rádio e outro para criação da programação, estando ligados em rede.
- Total: 2 computadores mais os equipamentos da Rádio Comunitária.


4.2. Apoio e Implantação de Rádios Comunitárias
          Criar e estimular a criação de Rádios Comunitárias nas cidades abrangidas pelo ICEPAR, pelo menos uma em cada um dos 5 municípios da região e 2 em Cerro Azul (uma já existe).


Objetivos

- Evangelizar e ensinar através da Rádio, valorizando a cultura local.
- Informar a população dos fatos da Região, de Curitiba, do Estado do Paraná e outros que afetem significativamente a população.


Pessoal Envolvido

- 1 pessoa para criar a programação
- 1 repórter - o mesmo do jornal
- 1 ajudante estagiário


Material e Equipamentos Necessários

- Dois (2) computadores, um para criar a programação (e backup) e um para tocar a programação.
- Futuramente mais 1 computador para quem for fazer curso para programação de Rádio.
- Comprar os equipamentos por cotação e pago mensalmente.


4.3. Sites Internet e Intranets para as Igrejas
          No portal de hospedagem: www.nbz.com.br - existe um local para que possa ser criado sites Internet e Intranet para as Igrejas Evangélicas Brasileiras e um portal com uma completa e rica fonte de informações para os administradores e membros de igrejas evangélicas e cristãs.

          Dentro deste portal, a RENIC - Rede Nacional de Informações Cristãs e Especiais será uma realidade, pois contará com:

Seções com Links

- de Denominações
- Evangélicos
- de Editoras Evangélicas
- de Portais
- de Programas Evangélicos 
- de Bíblias
- de Estudos Bíblicos
- de Pregações 
- de Música Gospel e Hinos
- de Legislação para Igrejas
- de programas de computador para igrejas

Bolsa de Talentos Evangélicos - www.nbz.com.br/talentos
          A Central dos talentos, vocações, produtos e serviços da Igreja Evangélica Brasileira.

O Serviço, O Produto, A Música, O Cantor, A Banda, O Artista, A Solução, A Empresa, O Profissional

EVANGÉLICO E CRISTÃO

 que você precisa

Está no www.nbz.com.br/talentos


Local para Colaboradores Manter Novas Áreas e Projetos Afins

FAQ (Perguntas Mais Freqüentes) nas áreas Contábil e Administrativa das Igrejas


4.4. Informatização dos Escritórios Pastorais 
Sistema Eclesiástico Integrado - SEI
          A utilização de um programa para a automação das atividades dentro de uma igreja, como também a utilização de Bíblias Eletrônicas e materiais para estudo, além da utilização da Internet para pesquisa, deixou de ser uma comodidade ou luxo e passa a ser uma necessidade. 
          O ICEPAR, em conjunto com a CEO, desenvolveu um dos mais completos sistemas eclesiásticos do mercado religioso e de informática brasileiro: o SEI. Além disto, nos últimos 10 anos tem juntando uma imensa base de pesquisa religiosa e informações para serem usadas por administradores eclesiásticos.

Desconhecimento da Informática 
          Um problema grave nas igrejas é o desconhecimento do setor de informática. O "não se interessar pelo assunto" é realmente ficar para trás. E não somente hoje em dia. Já há pelo menos 10 anos que é assim. A igreja que não utiliza a informática, perde membros para outras igrejas e denominações que manipulam bem o setor.
          Temos visto nossas igrejas evangélicas indo nesta direção. A porta dos fundos está escancarada. Algumas pessoas de algumas denominações falam com orgulho que são a mãe de outras igrejas que existem por aí, quando na verdade deveriam sentir vergonha e já ter feito alguma coisa para que tantos líderes e membros não saiam dos quadros de suas igrejas, indo para outras. 

Cadastro de Profissões e Aptidões
          Precisamos um cadastro de profissões de nossos membros. E melhor ainda: de dons, ministérios, habilidades e aptidões. Precisamos saber quem poderia ser colocado em posições de liderança, quem poderia ser encaixado em que serviço, quem poderia ser treinado, quem poderia ser promovido... Não vejo como sem passar por um cadastro de profissões e aptidões de todo o pessoal da igreja. 
          É falta de amor às almas perdidas ver tantas visitas passarem por nossas igrejas, e nós não mais entrarmos em contato com elas por carta ou telefone. Ou não sabermos onde andam os nossos membros desviados ou faltantes. Sem nenhuma comunicação, sem um cartão ou um recado. É inconcebível hoje em dia a não utilização de uma mala direta na igreja. Até porque algumas utilizam, e a concorrência destas pode vir a falir ou fechar a sua igreja.

Estatísticas Necessárias
          Uma igreja média (500 membros) ou uma grande igreja tem que ter o controle de membros através de computador. Não dá mais para ser em fichas. Não dá mais para se calcular e ter um livro caixa de papel. É inadmissível hoje em dia uma grande igreja sem boletim interno, sem controle de patrimônio informatizado e principalmente uma diretoria sem saber sobre as estatísticas da igreja.

Forma de atuação do ICEPAR para esta área
          Tudo isto só é possível com a utilização de sistemas de computador.

          O ICEPAR irá incentivar a compra de equipamentos e sistemas pelas igrejas locais das regiões aonde atua. Fornecerá sistemas a preço de custo, muitos gratuitos, e buscará formas de financiamento de equipamentos computacionais para as igrejas e associações religiosas.

          Além disto, em alguns casos, fará uma assessoria para a igreja, revisando a contabilidade e o cadastro de informações com estatísticas, digitando os membros, os dados e os valores das igrejas e associações religiosas, nos próprios computadores do ICEPAR, emitindo relatórios detalhados para as ações destas igrejas e associações.


4.5. Criação de Jornais e Periódicos Informativos - (Jornal Folha do Vale para a Região do Alto Ribeira)
          Para o Instituto ser conhecido pretendemos divulgá-lo através de um jornal periódico (no início a periodicidade será de 1 por mês), próprio e gratuito, mas com conteúdo de interesse dos moradores dos 5 municípios. Com 3 a 4 mil exemplares, será distribuído mensalmente nos municípios envolvidos, em locais chaves: Prefeitura, rodoviária, praça, hotéis, igrejas, supermercados, postos de saúde, escola (na sala dos professores...), câmara de vereadores...

          Dentro do jornal haverá informações sobre o ICEPAR em cada edição e na 1a edição haverá um resumo da atuação do ICEPAR, dando ênfase no DIP (Discipulado Integral Profissionalizante), apresentando os cursos, pedindo colaboradores (professores e benfeitores) e abrindo vagas.

          Com o slogan As Boas Notícias do Vale do Alto Ribeira: Cerro Azul, Dr. Ulisses, Adrianópolis, Itaperuçu e Tunas do Paraná.

          O público alvo deste jornal não é específico, devido seu local de entrega e distribuição. Mas acreditamos que as pessoas mais informadas moradoras dos municípios é que estarão lendo a Folha do Vale mais continuamente. Pessoas como professores, vereadores, profissionais liberais, funcionários públicos, políticos, profissionais da saúde, profissionais da educação...

          Deve-se incentivar os leitores a colecioná-lo através de matérias históricas e informações únicas em forma de quadros, como lista de vereadores, votos e partidos, história de cada município, estatística de cada município, resoluções e legislação aprovada por município...


5. Projetos Especiais
5.1. Vale Verde - Projeto, Apoio e Implantação de Usinas de Reciclagem de Lixo
Objetivos Gerais

1. Reduzir o volume diário de resíduos enviados a aterros sanitários ou lixões controlados, aumentando sua vida útil.
2. Gerar menor poluição ambiental e agressão visual.
3. Poupar recursos com a destinação final.
4. Contribuir com a limpeza urbana e saúde pública.
5. Gerar trabalhos diretos e indiretos.
6. Contribuir para a melhoria da qualidade de vida local e global.
7. Gerar o aquecimento da economia local.
8. Poupar recursos naturais renováveis e não renováveis.
9. Gerar recursos que podem ser empregados na área social.
10. Mudar o comportamento em relação ao desperdício.
11. Fortalecer uma nova mentalidade ambiental.
12. Reduzir o consumo de energia pelas indústrias.
13. Reduzir os custos de produção, devido ao reaproveitamento de recicláveis pelas indústrias de transformação.
14. Economizar na importação de matérias-primas e na exploração de recursos naturais renováveis e não renováveis.


Objetivos Específicos
          O projeto tem como estratégia o seguinte: 
- Incentivar a participação da comunidade escolar para a questão ambiental e melhoria da qualidade de vida.
- Contribuir para a mobilização de pessoas e a organização de grupos interessados em adotar práticas de defesa do Meio Ambiente.
- Estimular a adesão da clientela escolar para a separação domiciliar de lixo e a pré-seleção do material reciclável nas escolas.
- Contribuir para a obtenção de recursos destinados a promover a melhoria das condições das escolas, através da comercialização dos materiais coletados.
- Incentivar atividades que promovessem o aumento da vida útil do aterro sanitário. 

Conteúdo da Educação Ambiental
          A proposta desenvolve através de:
- Reuniões, palestras, projeções de vídeos, exposições e apresentações de música, teatro e dança.
- Distribuição de materiais informativos.
- Separação dos materiais "orgânicos" e "não orgânicos", do lixo de origem.
- Colocação semanal dos materiais recicláveis nos coletores específicos das escolas.
- Apresentação nas escolas, com a colaboração da Associação de Pais e Mestres, dos materiais coletados e retirada dos mesmos no dia seguinte à coleta.
- Avaliação das atividades. 
- Nas escolas municipais e estaduais, deve-se salientar que:

. Para cada 1.000 Kg de alumínio reciclado, deixa-se de extrair 5.000 Kg de minério (bauxita).
. Para se fazer 1,0 Kg de vidro é preciso 1,3 Kg de matéria-prima (sílica, areia, feldspato, barrilha e outros) ou 1,0 Kg de caco de vidro reciclado.
. Para 60 Kg de papel reciclado evita-se que uma árvore seja cortada.
. O plástico sendo reciclado pode se transformar em novos produtos plásticos.


Atribuições da Prefeitura
- Conseguir a adesão e o comprometimento das unidades escolares interessadas em incentivar a separação domiciliar dos materiais destinados à coleta seletiva, através de atividades de Educação Ambiental. 
- Auxiliar as unidades escolares na organização das tarefas de recolhimento, acondicionamento, transporte e venda de materiais. 
- Levantar setores interessados na compra dos materiais recicláveis e acompanhar a comercialização com os representantes das escolas. 
- Distribuir sacolas de lixo para a separação dos materiais nos domicílios. 
- Fornecer latões pintados em cores diferenciadas para recebimento dos materiais. 
- Estabelecer com as unidades escolares os períodos de coleta, comercialização e transporte dos materiais para a reciclagem. 

Atribuições das Escolas 
- Estabelecer com os diferentes grupos da organização escolar as atividades educativas referentes à motivação para a realização do projeto e distribuição de tarefas.
- Estabelecer o local adequado à colocação dos latões destinados ao acondicionamento dos materiais.
- Receber os resíduos sólidos recicláveis (vidros, latas, papéis e plásticos) e acondicioná-los em sacos colocados em latões diferenciados.
- Indicar representantes para realizar a comercialização do material coletado.
- Seguir as datas de coleta conforme calendário estabelecido com a Prefeitura.
- Determinar a aplicação do dinheiro recebido na comercialização dos materiais.
- Acompanhar com a Prefeitura o desenvolvimento e avaliação do projeto.



5.2. ECOTUR - Apoio e Implantação de Projetos de Ecoturismo
Conceituando Ecoturismo
          Qual a diferença de uma "viagem especializada ligada à natureza" e ecoturismo?

Do lado do consumidor, o ecoturista, existe a vontade de aprender sobre o destino visitado, principalmente sobre os aspectos ambientais, culturais, históricos e seus problemas relacionados.

          O ecoturista tem uma postura favorável à proteção do meio-ambiente o que se reflete no seu comportamento. Ele respeita as condições naturais do lugar e geralmente existe o desejo de contribuir de alguma forma para a conservação do ecossistema visitado.

          Quando fazemos projetos de ecoturismo ou ministramos aulas sobre o assunto, devemos levar em conta que precisamos satisfazer todos esses desejos do ecoturista. Suas atividades não devem prejudicar o meio-ambiente ou desrespeitar as comunidades locais. Ao contrário, deve haver alguma contribuição positiva para a conservação do lugar visitado ou para o bem-estar da sua população. Esta contribuição pode ser feita em forma de projetos de apoio à comunidade ou para a conservação do meio ambiente. 

          A definição do termo ecoturismo (e dos seus sinônimos: turismo ecológico e turismo ambiental) varia consideravelmente, mas os pontos mais comuns incluídos nas definições são:

- exploração turística de ambientes naturais;
- conservação destes ambientes;
- melhorar as condições sócio-econômicas da população local pelas atividades turísticas;
- conscientização do turista e das comunidades locais para assuntos ecológicos e/ou culturais;
- fornecer educação ambiental.

          No Brasil, as Diretrizes Para Uma Política Nacional de Ecoturismo conceituam “ecoturismo” da seguinte forma: 

...um segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista através da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações envolvidas (EMBRATUR, 1994 p.19). 



Projeto de Incentivo ao Ecoturismo no Alto Ribeira Paraná

Objetivo

          Proporcionar um incentivo ao Turismo Ecológico na região do Alto Ribeira no Paraná, Efetivar o selo verde de Ecoturismo, além de gerar documentação para impressão de livros e materiais sobre a região.

TransRibeira - Viagem de Reconhecimento EcoTurístico no Rio Ribeira

          Criar uma viagem documentária à Região do Alto Ribeira, de digamos 1 ou 2 meses, colocando on-line as informações e fotos na Internet, no endereço www.nbz.com.br/viagem ou no endereço www.altoribeira.com.br/viagem, além das histórias, filmes e documentários gravados dos habitantes e freqüentadores da região.

          Será feito um levantamento da cultura local (músicas, folclore, artesanato, comidas típicas, costumes, trajes, história de colonizadores, naufrágios...), e uma tomada de dados para efetivar o selo verde de ecoturismo em pousadas, hotéis, chácaras, restaurantes, lanchonetes, campings, trilhas, escaladas, praias de rio, sendo mapeados os locais, fotografados e documentados.

          O material colhido vai para uma comissão previamente formada para avaliação e colocação nas categorias previamente criadas. Exemplo: Pousadas de 1, 2, 3, 4 e 5 “trevos”, ou outro nome a ser usado.


Material Criado na Viagem Documentária

Livros

1. Guia de Turismo e Ecoturismo do Alto Ribeira do Paraná - estimativa de exemplares: 15.000
2. Diário de Bordo Ilustrado do TransRibeira (nome provisório) Viagem de Reconhecimento Turístico no Alto Ribeira - estimativa de exemplares: 3000
3. Levantamento Técnico-Ecológico da Realidade Turística e Comunitária do Alto Ribeira - estimativa: 500

Internet

Página Internet no endereço: http://www.altoribeira.com.br - estimativa: 60 páginas e cerca de 500 fotos.

CD Rom

CD Rom com o guia de ecoturismo do Alto Ribeira e outros atrativos - estimativa: 3000 (parte integrante do Diário de Bordo Ilustrado do TransRibeira).

Certificação do Selo Verde

Criação do projeto de certificação do Selo Verde. Efetivação e acompanhamento de muitas localidades com este selo verde.


5.3. MAE - Movimento de Ação Ecológica
          Criar uma Associação/Cooperativa de Produtores Rurais Agroecológicos para a Região, para certificar os produtos destes produtores que não utilizam agrotóxico ou produtos químicos, sendo orientados especificamente para uma produção de alimentos orgânicos e para uma produção social (sem uso de mão de obra infantil e a mulher ganhando o mesmo que os homens na mesma função).

          Esta associação, que dependendo da situação poderá ser uma cooperativa, será criada no município de Cerro azul, mas com abrangência em toda a região do Alto Ribeira.

Objetivos e Metas

- Melhorar os preços e a comercialização dos produtos da região, principalmente a tangerina Ponkan, através do oferecimento de produto livre de agrotóxicos e adubos não orgânicos, mais saudáveis e produzidos com certificação e acompanhamento de técnicos especializados.
- Aplicar mais valor aos produtos da região, pois também são criados através de mão de obra que não utiliza crianças, nem há diferença de salários entre homens e mulheres na mesma função.
- Compromisso com o bem estar socioeconômico e respeito à cultura das comunidades locais onde a atividade agroindustrial está inserida.
- Participação dos trabalhadores nos lucros e resultados econômicos das unidades de produção e de comercialização.
- Visando a diminuição da sazonalidade da mão-de-obra, o aumento da oferta de emprego, a redução dos impactos ambientais, o aumento da segurança alimentar e outros efeitos positivos, promover:
     . Diversificação de culturas;
     . Integração das atividades agrícolas e industriais;
     . Maximização de aproveitamento dos produtos, sub-produtos e resíduos das culturas;
     . Adoção de programas permanentes de recuperação ambiental.
- Sempre consultar e considerar os interesses das populações e grupos sociais quanto aos aspectos que afetem diretamente a sua qualidade de vida. 
- Moradia digna e saudável para os trabalhadores residentes.
- As unidades de comercialização, isoladamente ou em parceria, deverão desenvolver programas educacionais para os seus trabalhadores. Os trabalhadores sazonais que morem fora da empresa receberão todo o apoio para participarem de programas educacionais. 
- Respeitar as classes de aptidão agrícola do solo. 
- Utilizar todas as práticas de manejo que melhorem as condições físicas, químicas e biológicas do solo, como manter o solo coberto durante o maior tempo possível, integrar adubação orgânica e adubação verde ao controle da erosão (com o estabelecimento de curvas de nível, terraceamento, faixas de retenção e outras), cultivo mínimo, plantio direto sem herbicidas, cultivo em faixa ou bordadura.
- Procurar integrar a produção animal à produção vegetal, visando a reciclagem dos nutrientes, a maior independência dos insumos vindos de fora da propriedade e visando também outros benefícios advindos da integração, como a polinização por abelhas melíferas. 
- Usar sempre sementes certificadas, mudas e animais com comprovada origem, nunca transgênicos (organismos geneticamente modificados), assim como não usar aditivos, coadjuvantes de fabricação e outros produtos geneticamente modificados ou transgênicos na fabricação de processados. 
- Trabalhar com espécies, variedades e raças adaptadas ao local.
- Manter a cobertura vegetal nas margens dos cursos e reservatórios d’água, nas áreas de proteção de mananciais, nas reservas legais, nas áreas de classe de capacidade de uso VII e VIII, conservar as áreas de vegetação natural e reflorestamento. 
- Adotar a rotação e a consorciação de culturas, incluindo princípios alelopáticos.
- Produzir em ambiente em que fatores adversos não comprometam a qualidade do produto, como a poluição do ar, que pode contaminar os recursos naturais - solo, água, fauna e flora - e a produção agrícola, ou a poluição da água, que pode impedir o seu uso para irrigação, lavagem dos produtos ou consumo humano ou animal.
- Seguir os princípios da ciência do comportamento animal, quanto ao espaço e conforto dos animais, à sanidade e à produção de alimentos de maior valor nutritivo.
- Causar o mínimo impacto ambiental, considerando a poluição (visual, sonora, química, biológica e outras formas), consumo energético, reciclagem de materiais e sustentabilidade.
- Obedecer a critérios de higiene, garantindo a qualidade dos produtos processados e não oferecer riscos de saúde e segurança aos operadores e às comunidades vizinhas.
- Aumentar e fomentar a biodiversidade como forma de melhorar as relações de trocas entre as plantas, animais e seres vivos.
- Respeitar o Código Florestal, a legislação sanitária e o Código do Consumidor, além, naturalmente, de toda a legislação municipal, estadual e federal em vigor.

Passos e Ações Necessárias
1. Fazer levantamento dos órgãos com envolvimento em potencial e suas necessidades.
2. Fazer levantamento das comunidades e de suas necessidades em potencial bem como da prioridade do atendimento (o que atender primeiro).
3. Preparar um histórico e declaração atual da situação, assim como indicadores e metas de desempenho. Descrever e relatar todas as atividades. Gerar material para estatística, para avaliação do espectro de ação do ICEPAR bem como se está realmente havendo melhoria da qualidade de vida nas comunidades atendidas. Unir-se com a Pastoral da Criança neste propósito, uma vez que a forma de levantamento de dados da Pastoral é eficiente e deve ser imitado. No entanto acredito que seja muito mais voltada para a criança, enquanto que o ICEPAR precisa levantar dados de todos os moradores da casa e comunidade.
4. Informar-se com o líder da Pastoral da Criança em Cerro Azul, levantando o trabalho realizado e a possibilidade de se incorporar nas ações. 
5. Definir os benefícios potenciais para:
    * Os moradores da comunidade;
    * A sociedade em geral;
    * Patrocinadores e contribuintes seculares;
    * Igrejas afiliadas.
6. Fazer levantamento dos recursos necessários para a realização das tarefas envolvidas.
7. Analisar também o novo projeto do governo chamado Ajuda Comunitária.
8. Terminar o Projeto de Planejamento de uma Igreja Evangélica.
9. Fazer projeto completo de Ação Social - AGE - Abundante Graça do Evangelho, com valores e cronograma, de maneira que se possa apresentar para empresas prováveis patrocinadoras.
10. Aprontar estratégia de atuação inicial em Cerro Azul. Desta estratégia e ações depende todo o sucesso do empreendimento:

1. Levar Jornal n. 0, estatuto do Instituto, projeto ICEPAR, programa da Rádio, CDs de apresentação, projeto de Igreja Evangélica, currículo do presidente do ICEPAR, carta convite (entregando pessoalmente aos pastores, ao padre, ao juiz da cidade, ao delegado, ao presidente da câmara, ao prefeito, aos candidatos a prefeito e a todos os líderes da cidade).
2. Adquirir os computadores necessários, inclusive os equipamentos para a Internet via Satélite.
3. Comprar máquina fotográfica digital.
4. Construir barracão para sede do Instituto e sala de aula, escritório e Biblioteca.
5. Melhorar projeto Usina de Reciclagem de Lixo.
6. Formar Biblioteca, catalogando os livros e assuntos.

11. Fazer uma pasta com o portfólio de produtos da Editora Herr e CEO, assim como trabalhos do presidente do ICEPAR e currículo para apresentar para líderes, apresentando o projeto ICEPAR. No currículo ter todas as telas dos sistemas: CEP, Controle, Luciano, SEI, NAVE, Marcus Joalheiros, Pedra, CAC, Repara, Jurisp, Bíblia, Tutor, Bom Dia, SGA...
12. Identificar os líderes ministeriais para as comunidades.
13. Recrutar uma diretoria eficaz e inspirada.
14. Recrutar membros adicionais (discípulos) treinados e selecionados pelo próprio 1o discipulador do DIP.
15. Aumentar os Centros de Assistência já existentes e desenvolver outros nas comunidades, bem como requerimentos de recursos.
16. Estabelecer um centro de recursos (AGE) para apoiar e facilitar pastores e líderes leigos dos centros de assistência às comunidades.
17. Expandir a AGE à medida que os centros de assistência às comunidades aumentem e os requisitos de recursos sejam cumpridos.
18. Preparar relatórios informativos de progresso para os contribuintes, em tempo hábil e periodicamente.

 

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